Posts com Tag ‘A Bossa Nostra’

Porque pode ser mais

Outubro 28, 2009

Às vezes a gente precisa…

 

houdinibridgejump

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…desaparecer.

Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra

 

Pra que?

Setembro 30, 2009

Motivo…

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Você precisa de algum?
Motivo é o que não falta.

Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra

Do pensar ao sentir

Setembro 23, 2009

“…tens a beleza insuportável da coisa inteiramente viva”

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“…é quando se percebe que aquela porra de amor romântico é babela e que a delícia está em ser pego de surpresa por um afeto sincero e cru que não te deixa dormir. Que aquelas sentimentalidades todas vão pro ralo, mais cedo ou mais tarde. Fica só aquele olhar real”

Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra

“…Quando morre, vira samba.”

Setembro 15, 2009

Eu fui fazer um samba em homenagem
à nata da malandragem, que conheço de outros carnavais.
Eu fui à Lapa e perdi a viagem,
que aquela tal malandragem não existe mais.
Agora já não é normal, o que dá de malandro
regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial,
malandro candidato a malandro federal,
malandro com retrato na coluna social;
malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal.
Mas o malandro para valer, não espalha,
aposentou a navalha, tem mulher e filho e tralha e tal.
Dizem as más línguas que ele até trabalha,
Mora lá longe chacoalha, no trem da central.

(Chico Buarque, Homenagem ao Malandro)

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E é no coração do malandro que cabe de tudo.
É lá que mora a paixão em seu estado mais puro.

Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra

No nervo

Setembro 9, 2009

Dá nos nervos e encanta.
Acho que encanta mais do que dá nos nevos.

A repetição de se estar em um lugar diferente.

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“Para quem curte espaços alternativos, Brick Lane é o lugar. Ou, como diria Ulisses, o pico. A começar pela própria Brick Lane,a rua que dá o nome à região, com seus restaurantes indianos e seus night clubs. Mas Brick Lane não é só isso. Brick Lane é multi: multi-étnico e multi-cultural, multi-tudo”. [Brick Lane é a rua da foto. O texto citado está no site Canal Londres]

Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra

Dos equívocos da vida

Maio 13, 2009

 

verdade vs sinceridade

No filme Closer (Perto Demais – 2004), a personagem do britânico Clive Owen agradece, por duas vezes durante a trama, as respostas “sinceras” (uma de sua até então esposa, Julia Roberts, e outra dada pela ninfetinha ácida interpretada pela delicada Natalie Portman).

Em meio a diálogos densos e sarcásticos, o brutamontes inglês conseguia a verdade apertando suas parceiras, mas garantindo-lhes o reconhecimento devido: “Thanks. Thanks for your sincerity” (Obrigado. Obrigado pela sua sinceridade).

Quase que como um torturador, Larry (o Clive Owen) obtinha a verdade usando a força psicológica (e um pouco da física, que intimidava qualquer mocinha e, porque não, alguns moços). Mais que a simples verdade, Larry conseguia confissões.

Acho que o Larry nunca parou pra pensar que o sincero sempre fala com verdade (caráter), mas que nem sempre quem expõe um fato verdadeiro o faz em prol da sinceridade (mas sim da sobrevivência).

No Filme Closer, o Larry acredita demais. 

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Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra

Da negação à negação.

Abril 7, 2009

Primeiro vem a negação contrariada e forçada.

Começa-se a evitar por orgulho e pra machucar, mesmo se machucando também.

Depois de um tempo, a negação fica pertinente, inerente e sem volta.

Já não se consegue a voltar ao que era antes e ninguém lhe vale, mesmo precisando muito de tudo o que se nega.

Quando é tarde demais, só resta aos outros a divagação sobre o futuro do pretérito. O que seria, como seria…

 

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Trago mais um conto baseado nas histórias verdadeiras que crio em minha cabeça.

A Bossa Nostra…

 

“Pra ninguém ter que achar que a vida é o tempo que a morte perdoa e te deixa ficar…” [ASonhadora]

A Bossa Nostra (Vol. 86)

Dezembro 9, 2008

Dizem por aí que a ignorância é uma benção…
Mas, e a inocência? também é?

Não sei se um dia saberei…

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http://abossanostra.wordpress.com/2008/12/09/e-eu-achava-que-aqui-batia-um-coracao/ 

 

A obstinação é uma virtude?
Se é, vale a pena dar murro em ponta de faca?

Quantas questões, não?
Mais que isso, quantos pensamentos que são tão iguais e tão diferentes…sempre dependendo do tal estado de espírito.

[Acesse o link para ler o último conto postado em meu outro blog, A Bossa Nostra

A Bossa Nostra (vol. 1)

Novembro 19, 2008

Antes de iniciar as atividades de expressão libertária [e/ou libertadora] neste espaço, e antes mesmo de iniciar minha jornada de cítica musical no Calo Na Orelha, eu possuia um blog bem bem simples em que eu atirava pensamentos levianos em forma de poesias e contos.

As poesias foram secando e os contos aumentaram e se desenvolveram até tornarem-se prioridade em minha, digamos, vida literária. A Bossa Nostra tomou o lugar do blog original, recebeu todo o conteúdo e mudou-se posteriormente aqui para o WordPress, fechando a família de blogs que possuo atualmente.

Não, eu nunca abandonei meu blog de contos. Apenas o mimo demais, postando somente contos que me atraem de cara e, fazendo desse blog em específico, meu “Moxotó Coroado”.

Abaixo eu deixo o link do último conto postado nesta data, que retrata a vida no exílio.

http://abossanostra.wordpress.com/2008/11/18/e-eu-era-eu-ou-conto-fantiano-nºii/

 

Eu, mais um inglês e um francês em La Paz, 2007.

Eu, mais um inglês e um francês em La Paz, 2007.